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Universidade de Durham, Reino Unido, promove reconhecimento acadêmico do fenômeno UFO/UAP

Mais de 300 cientistas, acadêmicos, profissionais e cidadãos de diferentes países assinaram a Declaração de Durham sobre SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre) e Pesquisa de Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP), um manifesto que promove o reconhecimento acadêmico e o rigor científico nesses campos tradicionalmente marginalizados.

O documento, intitulado Declaração de Durham sobre Pesquisa SETI e UAP , foi publicado com o objetivo de consolidar o estudo da vida inteligente não humana e fenômenos aéreos ou anômalos a partir de uma abordagem interdisciplinar. A declaração reconhece a importância de unir esforços entre as ciências naturais, sociais e humanas, e até mesmo as artes, e apela à superação dos preconceitos de reputação que durante décadas relegaram esses tópicos ao reino da especulação.

Os pontos principais da declaração são:

  1. Legitimidade científica: Declara que tanto a pesquisa SETI quanto o estudo de UAPs são campos acadêmicos legítimos que devem fazer parte do discurso científico global.


2. Rigor metodológico: exige conformidade com altos padrões científicos, metodológicos e de transparência em todas as disciplinas envolvidas.


3. Integração acadêmica: solicite a inclusão formal desses tópicos em publicações, universidades e organizações de pesquisa, sem medo de estigma ou desqualificação.


4. Independência institucional: Promove a autonomia dessas investigações em relação a interesses governamentais ou privados que possam enviesar seus resultados.


5. Influência em políticas públicas: Apoia a participação ativa da comunidade científica no debate público para promover políticas que favoreçam pesquisas sérias sobre inteligência não humana.
Entre os signatários, destacam-se o Professor Avi Loeb (Harvard), o Dr. Geoffrey Marcy, um pioneiro na detecção de exoplanetas, bem como acadêmicos de universidades renomadas como a UCLA, a Universidade de Sevilha, Durham, Würzburg, Freiburg e Copenhague. A declaração também foi assinada por jornalistas e pesquisadores independentes, além de representantes de organizações como a Coalizão Científica para Estudos de UAPs (EUA) e a EXOTESLA (Europa).

O campus moderno da Universidade de Durham contrasta com o caráter histórico do Castelo, que abriga uma de suas residências estudantis.

O crescente interesse internacional no fenômeno UAP — alimentado por revelações oficiais e novos projetos científicos como o Projeto Galileo — motivou esta comunidade a consolidar uma posição comum: deixar o tabu para trás e inaugurar uma era de pesquisa
séria, aberta e multidisciplinar. Nesse sentido, a Universidade de Durham não é a primeira a aderir à onda de reconhecimento oficial do fenômeno. No início deste ano, a Universidade de Linköping, na Suécia, anunciou o lançamento do primeiro curso universitário sobre o assunto, intitulado “UFO: Da Conspiração à Ciência”.

Fonte: https://MysteryPlanet

Ufólogo, Pesquisador de Campo, Conselheiro e Co-editor do CIFE - Canal Informativo de Fontes/Fenômenos Extraterrestres e Espaciais - Scientific Channel of UFOs Phenomena & Space Research. | Ufologist, Field Investigator, CIFE Co-editor - Scientific Channel of UFOs Phenomena & Space Research.