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“Vídeo mostra uma “viagem” pelo universo com o telescópio James Webb
Um novo vídeo publicado pela Agência Espacial Europeia (ESA), uma das parceiras no programa do telescópio espacial James Webb, te leva para uma viagem pelo universo com destino à Galáxia da Roda de Carro (Cartwheel Galaxy). Ela fica a cerca de 500 milhões de anos-luz da Terra e, graças aos instrumentos do telescópio, aparece em detalhes espetaculares. O vídeo começa com uma visão geral do céu e vai aproximando a imagem até chegar à galáxia e suas vizinhas, registradas através dos instrumentos Near-Infrared Camera (NIRCam) e Mid-Infrared Instrument (MIRI). Juntos, eles revelaram detalhes que dificilmente apareceriam nas imagens individuais, chegando ao resultado abaixo” Na publicação, os oficiais da ESA explicam…
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Por que os cientistas começaram a estudar seriamente os OVNIs
A agência espacial NASA anunciou o início das pesquisas sobre o fenômeno dos “fenômenos atmosféricos anômalos”. Este termo substituiu a abreviatura usual UFO (objetos voadores não identificados). Primeiro, vamos definir a terminologia. UFO refere-se a qualquer fenômeno atmosférico, cuja causa é desconhecida. Os pesquisadores evitaram cuidadosamente chamá-los de discos voadores, naves alienígenas ou tecnologia alienígena, pois a definição é muito mais ampla. Os OVNIs podem incluir bolas de fogo, sondas meteorológicas, veículos militares secretos e até nuvens de formato incomum – em uma palavra, absolutamente todos os objetos incompreensíveis no ar. Exatamente com a mesma teimosia, o público continua acreditando que dentro de todos esses “triângulos luminosos” e “castelos celestiais”…
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Listras luminosas misteriosas fotografadas acima da Terra.
Alan Dyer, um astrônomo amador do Canadá, fotografou um fenômeno raro e ainda misterioso na atmosfera – o chamado Steve (Strong Thermal Emission Velocity Enhancement – STEVE). De acordo com testemunhas oculares, listras verdes e roxas ficaram visíveis por 40 minutos. O fenômeno STEVE foi descoberto em 2017 por astrônomos amadores canadenses. No início, esses jatos foram considerados um tipo de aurora boreal, mas depois os cientistas disseram que os arcos de prótons deveriam ser invisíveis ao olho humano. Especialmente equipados para estudar o fenômeno, os satélites da missão Swarm da Agência Espacial Européia, que monitoram as mudanças no campo magnético da Terra, demonstraram que os flashes da aurora boreal…
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Nova espécie de crustáceo é descoberta no México em local onde caiu meteoro
O crustáceo gigante foi encontrado em 2017 e só agora pesquisadores descobriram que ele faz parte de uma nova espécie de isópode Um crustáceo considerado gigante com 14 pernas e medindo mais de 20 centímetros de comprimento, descoberto a uma profundidade de 760 metros na Península de Yucatán, no Golfo do México, é uma nova espécie de isópode. Chamado de Bathonymus yucatanensis, ele foi encontrado bem no local onde caiu o asteroide que dizimou os dinossauros. A espécie é um novo tipo de isópode, um crustáceo cujas medidas geralmente não passam dos 10 milímetros de comprimento. As 20 espécies já encontradas do gênero Bathynomus, porém, são cerca de 30 vezes…






