Ex-piloto militar adverte que os EUA não estão investigando UAP, e sim encobrindo
Mark Hulsey, um ex-piloto do F/A-18 Hornet que experimentou vários encontros com objetos classificados como UAPs durante o serviço militar, afirmou recentemente que, apesar das garantias pomposas, fenômenos desse tipo não são devidamente investigados.
Um ex-militar compartilhou seus pensamentos no canal do Youtube Unidentified Aerial Phenomena.
O piloto está particularmente preocupado com a falta de imagens de radar e cockpit que possam ser divulgadas ao público, mas por algum motivo isso não está acontecendo.
Hulsey acredita que coletar e analisar todos os dados relevantes é fundamental para entender o fenômeno UAP, e o governo dos EUA tende a suprimir detalhes vitais.
É difícil não admitir que a suposta mudança de abordagem em relação a objetos voadores não identificados parece apenas ilusória. Os únicos materiais reais que comprovam a existência de tal objeto foram disponibilizados em um vazamento de 2019, quando clipes chamados GIMBAL, GO-FAST e FLIR apareceram na web.
As declarações de outros pilotos, como Alex Dietrich, sugerem a existência de muitos dados ocultos. Um comandante da marinha aposentado viu um objeto incomum perto do navio USS Nimitz.
Ela disse à televisão pública que o vizinho USS Princeton estava rastreando veículos semelhantes por vários dias. O que aconteceu com os vestígios e evidências dos supostos avistamentos do USS Princeton ninguém sabe.
A existência de OVNIs cria um certo problema para a marinha. Isso significaria que, apesar desse conhecimento, os pilotos não foram informados da possível ameaça e não estavam armados em caso de situação perigosa.
Isso, por sua vez, pode levar à conclusão de que os militares dos EUA estão totalmente cientes de qual veículo chegou tão perto de seu contratorpedeiro. Podemos dizer que eles estão conduzindo algum tipo de investigação? É mais como uma cobertura para sua própria incompetência.
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