Notícias

A NASA pode legalmente ocultar descobertas extraterrestres, afirma Dr. Garry Nolan

Um professor de Stanford que trabalhou com a CIA admitiu ter ignorado dados cruciais em seu próprio laboratório durante cinco anos.

O Dr. Garry Nolan, em entrevista recente à Dra. Mayim Bialik , revelou que o material do incidente de Ubatuba, no Brasil, em 1957, não era magnésio, como se acreditava anteriormente, mas sim silício com 99,99% de pureza e proporções isotópicas que não deveriam existir.

Segundo Nolan, um físico calculou que alterar as proporções isotópicas naturais do silício na quantidade observada exigiria níveis de energia que excediam a capacidade humana da época. Cada elemento possui uma assinatura isotópica consistente em todo o nosso sistema solar, e o silício nesta amostra tinha a “assinatura” errada. No entanto, um estudo de 2022 publicado no Journal of Scientific Exploration descobriu que as proporções isotópicas de magnésio em fragmentos de Ubatuba estavam dentro dos limites terrestres, observando que o fracionamento durante o tratamento térmico poderia explicar pequenas variações.

Nolan também declarou acreditar, provisoriamente, que algo não humano está aqui há mais tempo do que a civilização humana. Com base em informações da comunidade de inteligência, ele sugere que as entidades relatadas podem ser avatares ou robôs biológicos atuando como intermediários, e não a inteligência real por trás do fenômeno. Ele também afirmou ter sido ameaçado com força letal por alguém ligado à Casa Branca por falar abertamente sobre o assunto.

A segunda questão envolve a autoridade legal da NASA para classificar descobertas. A Lei Nacional de Aeronáutica e Espaço de 1958 permite a classificação por razões de segurança nacional, e um relatório da Brookings Institution de 1960 recomendou estudar como as informações sobre artefatos extraterrestres poderiam ser ocultadas do público.

Relatório da Brookings Institution de 1960

O Dr. John Brandenburg, gerente adjunto da missão lunar Clementine de 1994, afirmou em uma entrevista citada por Ross Coulthart que a missão era uma operação de reconhecimento fotográfico para verificar se alguém estava construindo bases na Lua. De acordo com o livro de Coulthart, “In Plain Sight”, o astronauta da Apollo 14, Edgar Mitchell, admitiu em particular que luzes azuis estruturadas seguiram sua espaçonave da Terra à Lua e de volta. Quando questionado sobre por que nunca falou publicamente sobre isso, Mitchell respondeu com uma única palavra: traição. Mitchell possuía um doutorado pelo MIT e acumulou mais de 216 horas no espaço, o que torna sua confissão particular difícil de ignorar.

Fonte: http://News Uaps/UFOs

Ufólogo, Pesquisador de Campo, Conselheiro e Co-editor do CIFE - Canal Informativo de Fontes/Fenômenos Extraterrestres e Espaciais - Scientific Channel of UFOs Phenomena & Space Research. | Ufologist, Field Investigator, CIFE Co-editor - Scientific Channel of UFOs Phenomena & Space Research.